No passado 16 de maio, membros da brigada contra a criminalidade organizada do Corpo de Investigações Cientificas, penais e Criminalísticas (CICPC) da Venezuela capturaram ao CEO de Coinvest, Johan Infante, por fraude. De acordo com a informação publicada até agora, o sujeito teria defraudado milhares de dólares a supostos investidores da empresa em vários lugares do país.
De acordo com a Agência de Notícias Carabobeña (ACN), Infante teria recebido várias centenas de milhares de dólares das mãos de seus investidores, através do trading de criptomoedas, com a oferta de atrativos margens de ganhos. Logo de ter-se expirado o prazo acordado, Infante não reembolsou o dinheiro, nem entregou os ganhos, assinala ACN.
Infante, quem identifica-se como “Guru em Criptoativos” através das redes sociais, recebeu as divisas e as mudou a criptomoedas para realizar inversões na mencionada firma. Para a suposta apropriação indébita, teria sido ajudado pela administradora da empresa, Dianny Gutierrez, de acordo com o relatado por ACN o passado 17 de maio.
Gutiérrez está sob investigação por esses fatos, embora até agora não se tem informado que ela tenha sido detida pelas autoridades.
A investigação do Infante é levada perante a Procuradoria do 8º de Carabobo. O CriptoNoticias tentou contatar representantes dessa instituição via telefone e não recebeu nenhuma resposta.
De acordo com um analista da empresa, que preferiu permanecer anônimo, a página web da empresa, os empregados da Coinvest não têm detalhes sobre o ocorrido. Eles ignoram se a detenção de Infante obedeceu a uma campanha para desacreditar a companhia, acrescentou.
«Somos empregados e não lidamos com essa informação, nem temos tido contato diretamente com clientes, que investem na empresa», disse o trabalhador. Além disso, o analista acrescentou que, até o momento, eles não puderam constatar a apreensão do Infante.
Imagem destacada por Артем Константинов / stock.adobe.com.
Traduzido de: CriptoNoticias

